Morre homem que teve 90% do corpo queimado em atentado na Barra.


Adilson Silva Santos, 25 anos, deu entrada no Hospital Geral do Estado (HGE) há 14 dias, com 90% do corpo queimado após sofrer um atentado no Porto da Barra, no último dia 16. Na noite de segunda-feira (30), contudo, o rapaz, que é conhecido como Rasta, não resistiu aos ferimentos. 

Ana Paula Franzoni, companheira de Adilson, também foi queimada no ataque e morreu no dia 19, após três dias internada. O casal morava em um barraco na Barra.

O suspeito de cometer o crime foi preso num hotel no bairro Dois de Julho, 24 horas após o crime. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública do Estado da Bahia (SSP-BA), ele continua preso.

Coordenador do projeto Salvador Invisível, Lucas Gonçalves lamentou a morte. “Fico triste demais com isso. Esse caso escancara a violência que a população de rua sofre diariamente. Primeiro Ana Paula nos deixa em pleno Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua e agora o Adilson. Crimes de menor potencial ofensivo nem chegam a ser registrados. Quando são, muitos permanecem impunes”.

Fonte: Metro1


Adilson Silva Santos, 25 anos, deu entrada no Hospital Geral do Estado (HGE) há 14 dias, com 90% do corpo queimado após sofrer um atentado no Porto da Barra, no último dia 16. Na noite de segunda-feira (30), contudo, o rapaz, que é conhecido como Rasta, não resistiu aos ferimentos. 

Ana Paula Franzoni, companheira de Adilson, também foi queimada no ataque e morreu no dia 19, após três dias internada. O casal morava em um barraco na Barra.

O suspeito de cometer o crime foi preso num hotel no bairro Dois de Julho, 24 horas após o crime. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública do Estado da Bahia (SSP-BA), ele continua preso.

Coordenador do projeto Salvador Invisível, Lucas Gonçalves lamentou a morte. “Fico triste demais com isso. Esse caso escancara a violência que a população de rua sofre diariamente. Primeiro Ana Paula nos deixa em pleno Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua e agora o Adilson. Crimes de menor potencial ofensivo nem chegam a ser registrados. Quando são, muitos permanecem impunes”.

Fonte: Metro1

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